Pedi ao então director da ADRA STP, Emanuel da Costa, para dar a sua opinião sobre a pesquisa descrita nos últimos posts deste blog:
“Quando solicitado para dar uma opinião sobre a metodologia LQAS (Lot Quality Assurance Sampling), não foi necessário voltar aos documentos do Projecto Marketing Social em São Tome e Príncipe de 2006. Neste momento como director de uma ONG num outro país africano, o Malawi, a metodologia LQAS continua a ser uma ferramenta em que aposto pois junta validade da informação, a rapidez e eficiência de custo. Esta metodologia, está sendo aplicada em diversos países para diferentes objectivos (Brokker 2005; Rabarijaona 2003; Tawfik 2001; Myatt 2004; Gupte 2004; Valadez 1997) e não deve ser limitada aos programas de desenvolvimento de ONG’s em África mas igualmente usada para fortalecer os serviços públicos de Saúde, nos níveis de suporte às comunidades, como uma maneira fácil, rápida, barata de manter registos actuais do que se vai passando nas suas constituições, para que possam tomar decisões baseadas em informação actual, e exercer acções e controlos mais adequados.”
References:
Brokker S, Kabatereine NB, Myatt M, Russell Stothard J, Fenwik A (2005) Rapid assessment of Schistosoma mansoni: the validity, applicability and cost effectiveness of the Lot Quality Assurance Sampling method in Uganda. Tropical Medicine & International Health 10-7, 647-659
Tawfik Y, Hoque S and Siddiqi M (2001)Using lot quality assurance sampling to improve immunization coverage in Bangladesh. Bulletin of the World Health Organization 79, 501-505.
Gupte MD, Murthy BN, Mahmood K, Meeralakshmi S, Nagaraju B and Prabhakaran R (2004) Application of lot quality assurance sampling for leprosy elimination monitoring—examination of some critical factors. International Journal of Epidemiology 33-2, 344-348.
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